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EFEITOS DE DROGAS QUE AGEM SOBRE O ENDOMÉTRIO Repercussões
Video-Histeroscópicas Dra.
Eliana V. Filgueiras;
1. INTRODUÇÃO É
freqüente na prática ginecológica encontrarmos pacientes com queixa de alterações
menstruais. Essa situação é geralmente mal investigada, pois quase sempre uma
alteração miometrial percebida pelo exame físico, confirmada ou não pela ultra-sonografia,
nos faz suspeitar de um diagnóstico, ficando em segundo plano a possibilidade,
não descartada, de patologia endometrial associada ou não àquele diagnóstico.
O aumento da incidência de câncer de endométrio nas nações industrializadas
e o uso indiscriminado de terapia de reposição hormonal na pós-menopausa tornaram
a detecção precoce deste câncer e de seus precursores, assunto de crescente importância.
O conhecimento dos fatores de risco relativos a tal patologia, permitiu que
o médico dirigisse seus esforços a uma população específica, por vezes assintomática. 2.
EMBRIOLOGIA, HISTOLOGIA E FISIOLOGIA DO ENDOMÉTRIO O
endométrio é o tecido que reveste a cavidade uterina e deriva do epitélio celômico
dos canais de Müller e do mesenquima adjacente, que dá origem ao estroma. O endométrio
sofre alterações cíclicas, sob influência dos hormônios do eixo hipotálamo-hipófise-ovariano,
com a finalidade de secretar grande quantidade de nutrientes para providenciar
condições apropriadas para implantação e o desenvolvimento do ovo fertilizado.(16)
Quando totalmente desenvolvido, o endométrio apresenta três camadas
histologicamente distintas: Profunda ou basal; Intermediária ou esponjosa;
Superficial ou compacta. As
camadas média e superficial formam a camada funcional do endométrio, desprendendo-se
em grande parte por ocasião da menstruação. A camada basal não eliminada, permite
a renovação do endométrio para o próximo ciclo menstrual. A sua alta responsividade
hormonal a torna importante elemento de avaliação endócrina. Sob
condições normais, as glândulas estão regularmente espaçadas num arranjo perpendicular
à superfície da membrana basal. O tecido endometrial é constituído de três estruturas
histológicas básicas: Epitélio glandular; Células do estroma e
Vasos. O componente epitelial
é formado por tecido colunar simples que reveste a luz das glândulas
e a superfície endometrial. A atividade mitótica aumenta
progressivamente na primeira fase, atingindo o ápice no meio do ciclo e mostrando-se
ausente na segunda fase. O
componente estromal possui células pouco diferenciadas de aspecto fusiforme,
e o número de mitoses é maior na primeira fase, declinando na segunda. O
componente vascular é de grande importância, participando ativamente do mecanismo
menstrual. Os vasos da camada funcional respondem aos estímulos hormonais,
fato este que não ocorre na camada basal. As
artérias uterinas, ramo da artéria ilíaca interna ou hipogástrica, sobem
lateralmente o corpo do útero e emitem ramos transversais fazendo um trajeto circular
constituindo assim, as artérias arcuadas. Essas se ramificam em artérias radiais
que percorrem a intimidade miometrial e alcançam a transição com a camada basal
do endométrio. Nesse local, bifurcam-se dando origem a dois tipos especiais de
artérias, basais ou retas e espiraladas, que nutrem a camada funcional
e sofrem influência hormonal, sendo fundamental no mecanismo menstrual. O
sistema venoso aumenta gradualmente no decorrer do ciclo, fazendo com que surjam
na segunda fase, lagos venosos na transição da camada funcional com a basal. Existem
também anastomoses artério-venosas cuja abertura provoca “Shunt” artério-venoso
e conseqüente isquemia, fenômeno importante no mecanismo menstrual.(9) 3.
ENDOMÉTRIO NORMAL O padrão
de normalidade endometrial modifica-se de acordo com a idade da mulher, distinguindo-se
assim, na pré-menarca, no menacme e no climatério, sendo o endométrio espelho
da função ovariana. Durante
o menacme as alterações hormonais do ciclo menstrual promovem modificações morfológicas
no endométrio, determinando também, diferentes padrões de normalidade. Em decorrência
das disfunções ovarianas, podem haver alterações da estrutura histológica e outras
vezes apenas defasagem cronológica em relação à ovulação. No
endométrio proliferativo, o crescimento ativo é a principal característica dessa
fase, evidenciando-se atividade mitótica nas glândulas e no estroma. As variações
histológicas que ocorrem não são suficientemente características e não permitem,
desse modo, reconhece-las no dia-a-dia. Assim, o máximo possível é o reconhecimento
de um estágio inicial, médio ou tardio. A
pseudo-estratificação do núcleo e a presença de atividade mitótica nas glândulas
e no estroma, são duas características constantes na fase proliferativa.
As glândulas tem orientação e contornos bem definidos, possuindo estreita relação
com o estroma. No endométrio secretor, ao contrário do proliferativo, as alterações
nas glândulas e no estroma são bem mais discretas, variando dia após dia, o que
permite datar as ocorrências histológicas de forma mais acurada. No endométrio
proliferativo a avaliação baseia-se principalmente nas alterações glandulares
e no endométrio secretor nas variações do estroma. O
endométrio hipotrófico histologicamente é representado quase que exclusivamente
pela camada basal exibindo em raras glândulas discreta atividade proliferativa. O
endométrio atrófico histologicamente é representado por estroma compacto
e com glândulas redondas e pequenas. Quando recente, o estroma pode apresentar
glândulas císticas, fibrose intersticial e quando antigo observamos esclerose
vascular com degeneração hialina de parede. O
endométrio menstrual histologicamente apresenta trombos de fibrina nos pequenos
vasos, necrose, lagos hemorrágicos, estroma dissociado e moderado infiltrado
de neutrófilos. O endométrio
decidualizado, quando da implantação do ovo, sob a influência da secreção
contínua de progesterona, apresenta células do estroma mais intumescidas
e com maior quantidade de nutrientes. O processo de decidualização envolve a transformação
morfológica e funcional dos fibroblastos estromais em células deciduais (
19). 4.
RECEPTORES Os efeitos da maioria
das drogas resultam da sua interação com componentes macromoleculares do organismo.
Essa interação altera a função do componente celular pertinente, e dessa maneira
inicia a série de alterações bioquímicas e fisiológicas da resposta da droga.
O termo foi criado para indicar o componente do organismo com o qual o agente
químico presumivelmente interage. Como
as alterações na configuração molecular não precisam alterar todas as ações e
efeitos de uma droga do mesmo modo, às vezes é possível desenvolver-se um
congenese com razão mais favorável entre os efeitos terapêuticos e tóxicos,
maior seletividade entre diferentes células ou tecido com características secundárias
mais aceitáveis do que aquelas da droga original. Os
determinantes gerais e principais do local primário de ação das drogas, devem
ser a localização e a capacidade funcional dos receptores específicos com que
a droga interage e a concentração da droga à qual o receptor está exposto. Se
uma droga atua por interação com o receptor que participa de funções comuns à
maioria das células, seus efeitos serão difusos. Se tal função for vital,
o uso da droga tornar-se-á particularmente perigoso, pois podem causar toxicidade
difusa e sua margem de segurança é perigosamente baixa. Se
uma droga interage com receptores especializados, únicos para tipos próprios
de células diferenciadas, seus efeitos são mais específicos. É
importante reconhecer que os receptores são determinantes da regulação aguda
da função fisiológica e bioquímica, porém eles próprios também estão sujeitos
ao controle regulador homeostático. À
medida que a diversidade e a seletividade das drogas aumentaram, tornou-se claro
que existem múltiplos sub tipos de receptores dentro de muitas classes de receptores
previamente definidas. Em
1878, mesmo antes de criar a expressão substância
receptiva, Langley sugeriu que as combinações entre droga e célula e
portanto, as ações e efeito das drogas provavelmente eram governadas pela lei
da ação das massas. Essa hipótese foi extensamente desenvolvida por A . J. Clark
na década de 1920, e permanece como pedra fundamental da maioria das teorias de
ação das drogas. Drogas não agem a menos que se liguem
(Ehrlich).( 14 ) Na
cavidade uterina a concentração de receptores de estrogênios são maior no fundo
e regiões cornuais. Podendo ser irregular e variando de região para região, de
acordo com o dia do ciclo (2,28) e de paciente para paciente.
Estão mais presentes na camada basal do endométrio, em acordo com a idéia de que
esta é a responsável pela regeneração endometrial, havendo também, indícios de
sua presença no estroma (11,33). Dessa forma, sabe-se que a concentração
de receptores no fundo uterino é 10 vezes maior que aquela encontrada na
região cervical e que, em um mesmo dia do ciclo se pode encontrar concentrações
até 5 vezes maiores de receptores entre pacientes diferentes. Os receptores de
progesterona são induzidos pelo nível de estrogênio
(33), por isso na mulher menopausada, embora se observem
níveis elevados de receptores para estrogênio não se detectam receptores para
progesterona(33), pois os estrogênios se encontram em níveis baixos. Levy
demonstrou que, na primeira fase do ciclo menstrual, havia um nível constantemente
elevado de receptores citoplasmáticos para o estrogênio e que os receptores nucleares
mais que duplicavam, na medida em que esta fase evoluía. Na Segunda fase, os receptores
citoplasmáticos para o estrogênio decresciam mais precocemente que os nucleares.
Tais dados apoiam a teoria, segundo a qual, o estradiol estimularia a síntese
de novos receptores pelo endométrio. Para
a progesterona, os receptores citoplasmáticos também aumentam, em resposta a elevação
dos níveis de estrogênio, durante a primeira fase, decaindo imediatamente após
a ovulação, ocasião em que os receptores nucleares de progesterona se acham em
seus níveis mais elevados. Entretanto, a concentração total de receptores para
estrogênio e progesterona é mais baixa na segunda fase do ciclo menstrual, o que
é explicável pelo decréscimo do nível de estradiol, provocado pela progesterona
secretada pelo corpo lúteo, que tem, assim, um efeito supressivo na concentração
tecidual de ambos os receptores. Maslar
e Riddick(21) mostraram que o endométrio secretor tardio no ciclo
menstrual normal também sintetiza prolactina, e o grau dessa síntese depende
da decidualização ; do ; estroma. Quando ; as ; células ; estromais
; do endométrio proliferativo, em cultura com a progesterona, se diferenciam
em células estromais decidualizadas semelhantes às do endométrio gravídico, a
produção da prolactina no meio de cultura aumenta gradativamente, sugerindo que
a síntese da prolactina seja estimulada e sua produção possa ser usada como marcador
bioquímico do grau de decidualização e talvez da maturação da decídua (9,20). Portanto,
no endométrio secretor em ciclo menstrual normal, há síntese de prolactina
e que depende da decidualização das células estromais a qual é regulada diretamente
pela progesterona e indiretamente pelo estradiol(21,33), podendo a
prolactina ser um marcador dos efeitos dos esteróides sexuais sobre o endométrio. No
endométrio gravídico, a decídua é a maior fonte de produção da prolactina
encontrada no líquido amniótico. 5.
A AÇÃO DAS DROGAS NO ENDOMÉTRIO 5.1
Acetato de Leuprolida e Goserelina Análogo
do GNRH, faz com que o endométrio apresente-se atrófico. 5.2
Estradiol e Estrogênios Conjugados O
uso prolongado sem estar combinado com um progestôgenio, pode causar hiperplasia
endometrial (6,7). 5.3
Estradiol associado a Acetato de Noretisterona O
seu uso na TRH em mulheres pós-menopausadas, leva o desenvolvimento de um
endométrio secretor (aspecto progestogênico), que previne a hiperplasia endometrial
(18). 5.4
Estrogênios Conjugados associado a Acetato de Medroxiprogesterona Na
mulher pós-menopausada, o seu uso leva ao desenvolvimento de um endométrio com
aspecto progestogênico, (endométrio secretor). Alterações
endometriais na TRH dependem do tipo de esquema, duração, e se a paciente esta
na peri-menopausa ou na pós-menopausa(7). A progesterona sintética
reduz significativamente a proliferação endometrial em mulheres pré-menopausada
e em mulheres não tratadas na pós-menopausa (24,32). 5.5
Anticoncepcionais 5.5.1
Monofásicos Os de baixa
dosagem de estrogênio (gestodeno/etinilestradiol) e independente do progestágeno,
apresentam o endométrio com aspecto secretor ou inativo(10). 5.5.2
Multifásicos Nesses tipos de anticoncepcionais,
o endométrio é similar ao do ciclo menstrual normal, entretanto, a sua espessura
decresce com o uso prolongado, o que o torna compatível com relato das usuárias
de fluxo menstrual diminuído(25,29). 5.5.3
Diu liberador de Levonorgestrel Quando
associado a TRH com estradiol percutâneo, induz a formação de endométrio atrófico
acompanhado de decidualização estromal, fato observado em todas as mulheres que
foram acompanhadas. Sendo portanto um método efetivo para equilibrar o efeito
estimulador do estrogênio sobre o endométrio (34). 5.6
Mifepristone Tem sido proposto a
administração de pequenas doses (1mg/dia) como contraceptivo, permitindo
a ocorrência de ciclos ovarianos bifásicos e sangramentos regulares. O seu uso
crônico induz a anovulação, e interfere com o desenvolvimento endometrial
levando à amenorréia; a biopsia do endométrio mostrou efeito parecido com o análogo
do GNRH. (12,15). 5.7
Noretistosterona O seu uso ininterrupto
produz alteracoes bioquímicas do muco cervical e adaptações endometriais típicas
da fase secretora, atividade progestacional (22). 5.8
Trimegestone É uma nova progesterona
ativa, via oral, é altamente ativa para proteção endometrial, induzindo a transformação
do endométrio em padrão secretor (31). 5.9
Propanolol As drogas Beta-adrenérgicos
antagonizam o relaxamento uterino causado pelas catecolaminas, porém não exercem
qualquer efeito sob condições em que a resposta seja excitatória. O propanolol
aumenta a atividade do útero da mulher, mais no estado não gravídico do que no
gravídico ( Wansbrough et. Al. , 1968)(14). 5.10
Raloxifeno É estruturalmente
semelhante ao Tamoxifeno. Foi lançado no mercado em início de 1998 e, portanto,
existem poucos dados de terapia a longo prazo em relação
ao seu uso. É um modelador seletivo de receptores de estrogênio (FERM); imita
algumas atividades do estrogênio, mas funciona como antagonista nos receptores
de estrogênios na mama e no endométrio. Não se sabe ainda, se funcionarão como
agonista ou antagonista no sistema nervoso central, se o efeito nos agentes lipídios
do soro, provocarão um decréscimo na mortalidade causada por doenças cardiovasculares.
Alem disso, não pode ser usado para tratamento dos distúrbios vasomotores
e ou condições climatéricas associadas a deprivações estrogênicas, pois,
poderá exacerbar esses eventos ( 22). O
Raloxifeno não induz evidência histopatológica de estímulo endometrial, sendo
seu efeito discreto (1,6), e não previne a ovulação em mulheres com
ciclos mestruais normal, pois a produção ovariana de estrogênio contínua,
em alguns casos, aumenta o efeito da droga. 5.11
Tamoxifeno É um modelador seletivo
dos receptores estrogênicos , utilizado há mais de duas décadas no tratamento
de câncer mamario. Esse medicamento é também utilizado no tratamento das doenças
benignas da mama, entre elas as alterações fibrocística e a mastalgia grave. Existem,
na literatura, poucas informações sobre as repercussões endócrina da administração
do Tamoxifeno a pacientes no menacme (4). Como as usuárias de tamoxifeno
permanecem férteis, torna-se obrigatório orientá-las quando pré-menopausadas,
sobre o uso de métodos con traceptivos, pois esse farmáco leva mais de dois
meses para ser completamente eliminado e ainda não se conhece todo o seu potencial
teratogênico (2). Um aumento
na incidência de alterações no endométrio, incluindo hiperplasia,
pólipos e câncer endometrial foi relatado, devendo portanto, quando qualquer paciente,
que estiver recebendo tamoxifeno, relatar sangramento vaginal anormal, deverá
ser prontamente avaliada. A incidência e a forma deste aumento aparecem em função
do mecanismo básico estar relacionado às propriedades estrogênicas do tamoxifeno
(23). Em estudo realizado
na Bélgica, concluiu-se que mulheres com lesões endometriais prévias, têm o risco
aumentado para desenvolver lesões atípicas após o uso de tamoxifeno, devendo portanto,
terem um acompanhamento mais cuidadoso(3). Em
outro estudo realizado entre janeiro de 1991 e março de 1997, na Califórnia, com
o uso de tamoxifeno em 35 pacientes com câncer de mama na pós-menopausa e com
medidas de espessura de endométrio maior ou igual a 5mm, obtidas pela ultra-sonografia
transvaginal, ficou demonstrado, que os achados histopatológicos mais comuns,
foram os pólipos endometriais seguidos de atrofia cística (23). Mulheres
que desenvolvem amenorréia com uso de tamoxifeno, tem aumentado o risco de câncer
de endométrio. O tamoxifeno causa espessamento endometrial em mulheres
amenorrêicas e com níveis de estradiol ; baixo. Em mulheres
com níveis estradiol alto na pré-menopausa, tem efeito antiestrogênico (8). Em
outros estudos foram relatados casos de sarcoma estromal em pacientes fazendo
uso de tamoxifeno por mais de três anos, sendo que o mecanismo exato de ação do
tamoxifeno como agente carcinogênico ainda é desconhecido(13,26,27). 5.12
Tibolona É um derivado sintético
do noretinodrel, com atividade estrogênica, progesterônica e androgênica, não
estimulando a proliferação endometrial ou, ocasionalmente, induzindo a uma leve
proliferação que não evolui com a continuidade do tratamento, dando um padrão
endometrial atrófico. 7.
CONCLUSÃO Com a chegada
de um novo século, e a evolução da medicina procurando aumentar cada vez mais
a expectativa de vida, não podemos permitir que mulheres ainda morram de câncer
com possibilidade de prevenção e cura. Devemos
buscar também a forma mais qualitativa de vida através da prevenção e diagnóstico precoce. O câncer do endométrio é um bom
exemplo de câncer que pode ser curado, se diagnosticado e tratado precocemente. O
endométrio é acessível de forma segura com a histeroscopia,
permitindo não só o diagnóstico histológico
de enfermidades endometriais, como a avaliação
de vários eventos fisiológicos e fisiopatológicos. Um
protocolo de estudo aberto e sendo trabalhado em centros de referência em histeroscopia,
num período de um ano, (março de 1999 a março de 2000), com o formulário
AVH-1, é fundamental para obtenção dos subsídios necessários para análise mais
consistente dos efeitos das drogas sobre o endométrio. 8.
FORMULÁRIO AVH-1 9.
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