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Clique abaixo para ler:

Introdução - Prof. Dr. Francesco Viscomi

Prefácio - Dr. Cláudio Crispi

Sumário do Tratado

   

PREFÁCIO

A Videoendoscopia, que compreende a videolaparoscopia e a vídeo-histeroscopia, tanto na área diagnóstica como na cirúrgica, vem ganhando cada vez mais espaço dentro da clinica ginecológica. A evolução dos conhecimentos aliada à melhora dos recursos técnicos e dos equipamentos tem ampliado cada vez mais suas aplicações, permitindo diagnósticos mais precisos e intervenções mais resolutivas.
A necessidade de penetrar dentro das cavidades do corpo humano sem precisar recorrer a grandes incisões norteou o inicio da endoscopia em 1804 por Bozzini. De lá para cá a filosofia se manteve e a evolução do método foi muito mais tecnológica do que conceitual. Na área da vídeo-histeroscopia os diagnósticos passaram a ser realizados ao vivo e a cores através do acesso direto à cavidade uterina. A vídeo-histeroscopia inaugurou uma nova era na investigação das anormalidades da cavidade uterina colocando em segundo plano a curetagem uterina de prova, método usado durante muitos anos para investigação da cavidade uterina. Em relação aos procedimentos operatórios a vídeo-histeroscopia propiciou cirurgias realizadas endoscopicamente sem necessidade da abertura do útero, com permanência hospitalar de algumas horas e retorno às atividades em poucos dias.
A videolaparoscopia também propiciou diagnósticos mais precisos de desordens da cavidade abdominal. Cirurgias videolaparoscópicas foram sendo cada vez mais realizadas, substituindo técnicas cirúrgicas convencionais.
Embora as técnicas videoendoscópicas sejam atraentes e um número maior de ginecologistas venha adotando-as, a possibilidade de complicações muitas vezes graves existe, sendo, na maioria das vezes, resultante de treinamentos inadequados, não cumprimento de um aprendizado gradual e progressivo e, por outras vezes, excesso de confiança não guardando atenção para o rigor da técnica e para os procedimentos de segurança. A não observação das contra-indicações também pode também resultar em complicações graves da videoendoscopia. O velho ditado primum, non nocere neste caso se aplica muito bem.
O treinamento gradual, através de cursos de educação continuada divididos em etapas didático-laboratorial e tutorial, resulta numa melhor capacidade de aprendizagem e manuseio das técnicas videoendoscópicas.
O ensino da Videoendoscopia no Brasil data de novembro de 1989, quando, recém-chegados de Clermont-Ferrand (França) e Antuérpia (Bélgica), iniciamos os cursos de treinamento. Após estes 13 a 14 anos de cursos de treinamento e de ter orgulho de ter contribuído na formação de grande parte dos ginecologistas brasileiros em Videoendoscopia ginecológica assistimos a um desenvolvimento cada vez maior desta técnica minimamente invasiva. Alguns dos ginecologistas que passaram pelos nossos cursos também tiveram a mesma preocupação em formar ginecologistas videoendoscopistas com cursos de treinamento gradual. Um dos mais interessados nesta área foi o Dr. Cláudio Crispi que, com sua incrível capacidade de organização, criou um dos melhores cursos de treinamento em videoendoscopia ginecológica contribuindo também para a formação de vários ginecologistas brasileiros.
Para reforçar esta tarefa o Dr. Cláudio Crispi nos brinda com esta excelente obra, fruto de sua dedicação e perseverança, que enaltece mais a videoendoscopia ginecológica brasileira.
Os ginecologistas que têm tido o privilégio de freqüentar os cursos do Dr. Crispi vão adicionar um elemento importante a sua leitura acadêmica, e o ginecologista geral, certamente, após folhear este tratado terá uma razão a mais para se iniciar nesta nova área. A quantidade de informações contidas neste tratado e a forma como são apresentadas fornecem um alto nível de conteúdo uniforme. Seu texto informativo, complementado por um grande número de excelentes fotos e gráficos ilustrativos, faz deste tratado um marco na Videoendoscopia Ginecológica brasileira. Os autores convidados e responsáveis pelos capítulos deste tratado formam o que se pode chamar de “força tarefa” em Videoendoscopia Ginecológica. Todos com experiência de mais de dez anos espelham o que há de melhor em Videolaparoscopia e Vídeo-histeroscopia. Este tratado reveste-se de grande importância para o médico ginecologista que pretende aprimorar seus conhecimentos e desta maneira beneficiar suas pacientes.

Prof. Dr. Francesco Viscomi



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